Que há de comum entre o livro escrito por uma pessoa de 82 anos doente de câncer e o filme que será apresentado ao público mais de 50 anos depois de ter sido exibido apenas para pouquíssimas pessoas?
O artigo do cineasta Paulo Cunha e a entrevista com o escritor Marcelo Mário de Melo apontam respostas.
Lembram-me, o artigo e a entrevista, "Maria, Maria", de Milton Nascimento e Fernando Brant. Isso é coisa de quem "possui a estranha mania de ter fé na vida".
Boa leitura e até a próxima semana.
Paulo André Leitão
Editor-Geral




































































































































































































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