O leitor que desinventava enredos
Comprou um romance policial e guardou no porta-malas do carro.
Na garagem do prédio onde mora, ao abrir a tampa traseira do veículo, só havia um cadáver empacotado.
Feminicídio
Acordei com um pipoco.
Um tiro de novo? Outro tiro. Pulei da cama.
Mais um tiro.
Caí.
Sangrei.
No Instituto de Medicina Legal o legista me reconheceu.
A senhora de novo por aqui? Não se cansa de morrer não, é?
Por que ninguém pergunta se meu ex-marido não se cansa de me matar?






































































































































































































































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